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Tecnologia · 1 min de leitura
Criptografia de chave pública
Como duas pessoas podem se comunicar em segredo sem nunca ter combinado uma senha, e por que isso protege o seu banco.
Imagine que você precisa receber uma mensagem secreta de alguém que nunca viu. Se os dois precisam combinar uma senha antes, alguém pode interceptá-la. A criptografia de chave pública resolve esse problema usando um par de chaves: uma pública, que pode ser divulgada, e uma privada, que fica só com o dono.
Uma conta difícil de desfazer
Muitos sistemas dessa classe se apoiam em problemas matemáticos fáceis de fazer em um sentido e muito difíceis de reverter. Multiplicar dois primos enormes é rápido; fatorar o resultado de volta é, na prática, impossível com as técnicas conhecidas para números grandes.
Dois marcos
Em 1976, Whitfield Diffie e Martin Hellman propuseram a ideia de troca de chaves pública. No ano seguinte, Rivest, Shamir e Adleman criaram o RSA, baseado na dificuldade de fatorar. Esses métodos estão por trás de conexões HTTPS, assinaturas digitais e autenticação de software.
Na prática
Quando seu navegador acessa um banco pelo HTTPS, ele usa a chave pública do servidor para combinar uma chave secreta temporária. Essa chave cifra a conversa inteira. Um intruso que intercepta os dados vê apenas um emaranhado sem sentido.